Brasil poderá ser 5º no mundo em 2050

Na contramão do intenso pessimismo dos brasileiros, para a maioria dos quais a atual crise é o fim do mundo, de acordo com as projeções da consultora global PricewaterhouseCoopers (https://www.pwc.com/gx/en/world-2050/assets/pwc-the-world-in-2050-full-report-feb-2017.pdf) o Brasil manter-se-á à tona da economia mundial pelo menos ao longo dos próximos trinta e dois anos. A principal modificação no ranking estabelecido em função do Produto Interno Bruto (PIB em ppp), comparando o quadro de 2050 com o de 2016, será a troca de posições entre Estados Unidos e Índia, com o país asiático assumindo a vice-liderança logo após a China.

O Brasil cairá um pouco em 2030 (para 7º), mas dará um salto nas duas décadas seguintes para colocar-se logo após China, Índia, Estados Unidos e a emergente Indonésia, mas suplantando, entre os dez mais, a Rússia, México, Japão, Alemanha e Reino Unido. Seguir-se-ão, pela ordem: Turquia, França, Arábia Saudita, Nigéria, Egito, Paquistão, Irã, Coréia do Sul, Filipinas e Vietnã.

Os principais pontos do estudo da PwC indicam que:

  • A economia mundial mais do que dobrará em valor em 2050, alavancada por contúnuas melhorias de produtividade;
  • os mercados emergentes (E7, entre os quais o Brasil) devem crescer duas vezes mais rapidamente que as atuais mais avançadas economias (G7);
  • em consequência, seis das sete maiores economias no mundo estão previstas para se originarem nos países emergentes de hoje;
  • os Estados Unidos poderão cair para o terceiro lugar, enquanto a fatia dos 27 países da União Europeia diminuirá até representar somente 10% da economia global;
  • o Reino Unido decrescerá para a 10a. posição, a França ficará fora dos 10 + e a a Itália fora dos 20 +, cedendo espaço para países com acelerado crescimento como México, Turquia e Vietnã;
  • contudo, as economias emergentes necessitam fortalecer suas instituições e suas infraestruturas de modo significativo, a fim de concretizar seus potenciais de longo prazo.

Com um crescimento anual médio acima dos 4,0%, Vietnã, Filipinas e Nigéria. Veja as tabelas e os gráficos do Informe e compare.

Be the first to comment

Deixe seu Comentário

Seu e-mail não será publicado.


*