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Hackers mudaram resultados na eleição dos EUA?

Ainda há tempo para exigir uma recontagem de votos. Amanhã (25 de novembro) vence o prazo para contestar formalmente os resultados das eleições norte-americanas de 3 de novembro e a candidata do Partido Verde, Jill Stein, afirma que as urnas dos estados de Wisconsin, Pennsylvania e Michigan precisam ser investigadas.

Phil Stein do Green Party alega possíveis ionterferências de hackers no processo de apuração das eleições nos EUA.
Jill Stein do Green Party alega possíveis interferências de hackers no processo de apuração das eleições nos EUA (Imagem: Agência Reuters, 11/2016).

Os três estados, tradicionalmente pró-democratas, desta feita mudaram de lado apoiando os republicanos e, assim, conferindo a vitória final a Donald Trump no Colégio Eleitoral. Hillary Clinton venceu as eleições pelo voto popular, com uma vantagem de 2,1 milhões sobre seu adversário, mas Trump triunfou por escassos 12.000 votos em Michigan, 27.000 em Wisconsin e 68.000 na Pennsylvania. Quem vence a eleição popular leva todos os delegados de cada estado (com um peso relativo correspondente à população de cada um) para o Colégio Eleitoral e os 46 votos dos três estados mudaram o placar final, transformando Donald Trump no presidente eleito dos Estados Unidos da América.

“Após uma decisiva e dolorida corrida presidencial, na qual agentes estrangeiros “hackearam” bancos de dados de partidos e de mesas eleitorais e servidores privados em alguns estados, muitos americanos estão perguntando se os resultados da nossa eleição são confiáveis”, declarou Stein.

Quem levantou a hipótese de ataques cibernéticos ao sistema foi o  professor J. Alex Halderman da Universidade de Michigan, cujas suspeitas se fundam em alegados ataques de serviços de inteligência russa com o objetivo de mudar a apuração nas eleições da Ucrânia. Halderman não afirma que tenham havido interferências nas contagens das urnas norte-americanas, mas considera que há evidências suficientes para justificar uma recontagem, examinando os votos físicos e analisando os softwares das máquinas utilizadas na apuração. Aguarda-se, agora, que petições formais sejam apresentadas à Justiça Eleitoral à qual cabe decidir sobre a validade das reclamações.

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