O nome do presidente é dom Pedro – lançamento dia 29 de novembro

O livro O NOME DO PRESIDENTE É DOM PEDRO de Vitor Gomes Pinto será lançado em 29 de novembro, uma 3a. feira, em noite de autógrafos a partir das 19 horas no restaurante Carpe Diem (em Brasília, na 104 Sul).

Cuidadosamente impresso pela Editora Chiado em Lisboa, sai em 2 volumes, o primeiro cobrindo o período 1840 a 1929 (Do Império às Repúblicas do Brasil) e o segundo se estendendo de 1930 a 2015 (Das Ditaduras ao Século XXI). Confira, abaixo, em primeira mão, os respectivos sumários.

O Nome do Presidente é Dom Pedro Vitor Gomes Pinto Editora Chiado, 2016
O Nome do Presidente é Dom Pedro
Vitor Gomes Pinto
Editora Chiado, 2016

A cena inicial se passa no cais Pharoux, a caminho da Ilha Fiscal onde o visconde de Serramby e a nata da Corte bailam na recepção à armada chilena, às vésperas da proclamação da República. Então a vida se transporta a 1840 nos canaviais de Pernambuco para daí estender-se por todo o segundo Império. O fim da escravidão concorre para a queda do imperador.

O recomeço, logo após a deposição de dom Pedro II por Deodoro da Fonseca, marcou bem o que viria depois com o ministro da Fazenda, Ruy Barbosa, quase levando o país à falência com o Encilhamento – o desastroso primeiro plano econômico nacional.  Logo, o Rio da belle époque traria o desfilar do chapéu coco, do colete, do sapato de duas cores, das mulheres moldadas pelo espartilho.

A partir daí desfilam pelas páginas da história brasileira a evolução da economia, dos costumes, da moda, as guerras localizadas (Canudos, Contestado, bombardeios de São Paulo e Salvador), o campo de concentração de Clevelândia no Oiapoque no governo calamitoso de Arthur Bernardes, as doenças sem cura que nem a Oswaldo Cruz pouparam (faleceu aos 44 anos vítima de nefrite e sífilis), o fortalecimento do militarismo trazendo as ditaduras e por último os avanços no campo econômico e o triunfo de uma democracia assolada pela corrupção endêmica.

É uma saga de 175 anos cujo legado é o que somos e o Brasil em que vivemos. Nessa longa jornada 36 presidentes – no fundo semelhantes entre si se considerarmos os resultados práticos de seus mandatos – sucederam a dom Pedro II, mas a influência das elites, que nunca arrefeceu, manteve-se entre a luz e a sombra.

                                                                                                   

                                                                                                  O NOME DO PRESIDENTE É DOM PEDRO

                                                                                    Volume 1 – 1840 a 1929: do Império às Repúblicas do Brasil

Prefácio

Apresentação

O Império 

I. A Ilha Fiscal

II. Tempos de escravos

III. Casamentos à moda antiga

IV. Política em Pernambuco

V. A Praieira

VI. Como deter o tráfico?

VII. Conciliação é o Brasil!

IX. Encilhamento, o primeiro plano econômico

X. Da Revolta da Armada a Canudos

VIII. Abolição da escravatura e do Império

As repúblicas do Brasil                   

XI. O Rio dos ratoeiros

XII. Do Acre à paz e amor de Nilo Peçanha

XIII. Salvações na ordem do dia

XIV. A maior guerra do Brasil

XV. Comunistas russos e brasileiros

XVI. Clevelândia, campo de concentração de Bernardes

XVII. Sem Washington Luís e João Pessoa

                                       

                                                                                        O NOME DO PRESIDENTE É DOM PEDRO

                                                                               Volume 2 – 1930 a 2015: das Ditaduras ao Século XXI

Apresentação            

Ditaduras civis e militares            

XVIII. Entre fascistas e anarquistas

XIX. Constituição de 1.934 e o golpe

XX. Começo e fim do Estado Novo 262

XXI. PSD, UDN e o PTB de Getúlio

XXII. Com Brasília algo mudou?

XXIII. O mando com os militares

A corrupção e a economia            

XXIV. A Constituição cidadã

XXV. Collor, Zélia e os jovens economistas

XXVI. Do Plano Real ao caso Celso Daniel

XXVII. A farra do mensalão

XXVIII. Brasil sobe e desce

Do século XIX ao XXI                    

                                 

 

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