Míssil russo abateu vôo da Malaysian?

Um Boeing 777 da Malaysian Airlines, MH 17, com 280 passageiros e 15 tripulantes, foi provavelmente abatido na 3a, 16/7/2014, por um potente míssil terra-ar, sem deixar sobreviventes.

O avião que fazia a rota Amsterdam – Kuala Lumpur, desintegrou-se sobre Torez, em área dominada por rebeldes separatistas pró-Rússia do grupo “República Popular de Donetsk” que meia hora antes jactaram-se de ter derrubado um Tupolev ucraniano. Entre os passageiros estavam 154 holandeses, 29 australianos, 23 malaios, 11 indonésios, 6 britânicos, 4 alemães, 4 belgas, 3 filipinos e 1 canadense. Cerca de cem deles eram pesquisadores de alto nível que se dirigiam à Conferência Mundial sobre Aids na capital da Malásia.

Só quem consegue manejar um míssil terra-ar desses é alguém pertencente a forças militares, do governo portanto. Um militante revolucionário não aprende a ativá-lo em poucas semanas ou meses.
Contudo, é impossível uma investigação neutra no terreno, pois os rebeldes não permitem, é região minada. Assim, a guerra midiática vai ser pesada.
Putin apressa-se a lavar as mãos, sabedor que pode perder tudo o que granjeou nos últimos tempos. Vai ser difícil. Uma boa parte dos que se intitulam “separatistas” e lutam para que a região de Donetsk siga o mesmo caminha da Criméia, saindo do domínio ucraniano para o russo, é composta por combatentes chechenos enviados por Putin. Nos tempos da guerra em Grosny (capital da Chechênia), eram os temíveis “Podvalshiki” – criaturas invisíveis que, como ratos, atacavam tudo o que se movia entre os escombros. Agora repetem o mesmo padrão ao se lançarem sobre os destroços do MH 17 para saquear tudo o que sobrou.
A única desculpa que ainda resta para justificar o ato insano de quem autorizou e de quem fez o disparo – ao que tudo indica proveniente do lado russo da fronteira , é de que se tratou de um lamentável engano.
O que fazer? Aguardar que se enganem de novo?
Restos do avião da Malaysian Airlines junto à fronteira russa
Restos do avião da Malaysian Airlines junto à fronteira russa

 

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